Onda de calor ainda impacta preços de hortigranjeiros vendidos na Ceasa/RS

Onda de calor ainda impacta preçDos 35 produtos principais analisados semanalmente pela Gerência Técnica da CEASA/RS,
houve 14 produtos estáveis em preços, 12 em alta e 09 em baixa. Conforme os técnicos, o período foi caracterizado pela movimentação um pouco menor no entreposto, devido ao final de mês, período em que o poder aquisitivo da população é menor e, consequentemente, diminui o número de vendas.

O mais impactante foi a alta do tomate longa vida, que acompanhou uma onda nacional de elevação de preços, visto que o preço da mercadoria aumentou R$ 5,00/kg em um período de 40 dias, causando um certo “distúrbio” no mercado desse produto em específico. Os preços das hortaliças folhosas seguem em patamares elevados, devendo permanecer por mais algumas semanas nessa condição.

A onda de calor acelerou a colheita do tomate em fevereiro e diminuiu os volumes agora em março, provocando forte alta nos preços. Além disso, altas nos preços do tomate foram observadas em outros entrepostos, como CEAGESP (SP), Ceasa/PR e Ceasa/RJ. Trata-se de um movimento que está acontecendo nos principais mercados do Brasil. As altas nos preços do tomate são normais de ocorrer no período de fim de março e início de abril, por uma questão de se estar caminhando para o final da safra, sendo que o preço, em anos anteriores, chegou ao patamar de R$ 8,00/kg, fato que tende a se repetir em 2025.

A tendência é de que os preços das hortaliças, que estão mais elevados, permaneçam nesses patamares, podendo vir a ocorrer mais algumas altas pontuais. Haverá uma grande quantidade de mercadorias no mercado e o preço reduz fortemente.

CEASA/RS,
houve 14 produtos estáveis em preços, 12 em alta e 09 em baixa. Conforme os técnicos, o período foi caracterizado pela movimentação um pouco menor no entreposto, devido ao final de mês, período em que o poder aquisitivo da população é menor e, consequentemente, diminui o número de vendas.

O mais impactante foi a alta do tomate longa vida, que acompanhou uma onda nacional de elevação de preços, visto que o preço da mercadoria aumentou R$ 5,00/kg em um período de 40 dias, causando um certo “distúrbio” no mercado desse produto em específico. Os preços das hortaliças folhosas seguem em patamares elevados, devendo permanecer por mais algumas semanas nessa condição.

A onda de calor acelerou a colheita do tomate em fevereiro e diminuiu os volumes agora em março, provocando forte alta nos preços. Além disso, altas nos preços do tomate foram observadas em outros entrepostos, como CEAGESP (SP), Ceasa/PR e Ceasa/RJ. Trata-se de um movimento que está acontecendo nos principais mercados do Brasil. As altas nos preços do tomate são normais de ocorrer no período de fim de março e início de abril, por uma questão de se estar caminhando para o final da safra, sendo que o preço, em anos anteriores, chegou ao patamar de R$ 8,00/kg, fato que tende a se repetir em 2025.

A tendência é de que os preços das hortaliças, que estão mais elevados, permaneçam nesses patamares, podendo vir a ocorrer mais algumas altas pontuais. Haverá uma grande quantidade de mercadorias no mercado e o preço reduz fortemente.

Fonte: O Sul

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